Consciência, Inconsciente Pessoal e Inconsciente Coletivo

 “Contrariando diversas teorias da Psicologia, que consideram que a personalidade humana é formada aos poucos desde a época do nascimento, Jung propunha uma ideia inovadora, pois acreditava que o homem já era um ‘todo’ ao nascer. A personalidade como expressão da totalidade do homem representava, para o psicanalista, o marco final do desenvolvimento humano, de acordo com Calvin S. Hall e Vernon J. Nordby em  Introdução à Psicologia Junguiana (Cultrix)”.

Trecho tirado da Revista Psicanálise, edição de nº 16 Imagem

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13 de Julho, momento em que o Rock And Roll se tornou o melhor dia para os Rockeiros de Plantão

Em 13 de julho de 1985, Bob Geldof organizou o Live Aid, um show simultâneo em Londres na Inglaterra e na Filadélfia nos Estados Unidos. O objetivo principal era o fim da fome na Etiópia e contou com a presença de artistas como The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, U2, Paul McCartney, Phil Collins (que tocou nos dois lugares), Eric Clapton e Black Sabbath.

Foi transmitido ao vivo pela BBC para diversos países e abriu os olhos do mundo para a miséria no continente africano. 20 anos depois, em 2005, Bob Geldof organizou o Live 8 como uma nova edição, com estrutura maior e shows em mais países com o objetivo de pressionar os líderes do G8 para perdoar a dívida externa dos países mais pobres, erradicando a miséria do mundo.

Desde então o dia 13 de julho passou a ser conhecido como Dia Mundial do Rock!

Texto escrito por: Ana Carolina Moraes
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Goticismo, o que realmente ele significa…

O goticismo (chamada de Dark no início dos anos oitenta apenas no Brasil) é uma subcultura gótica contemporânea presente em muitos países. Teve início no Reino Unido durante o final da década de 1970 e início da década de 1980, derivado também do gênero pós-punk. A subcultura gótica abrange um estilo de vida, estando a ela associados, principalmente, gostos musicais dos anos 80 até o presente (darkwave/gothic rock, death rock, trip hop, ebm, synthpop, indie, industrial, etc.), estética (visual, “moda”, vestuário, etc) com maquilhagem e penteados alternativos (cabelos coloridos, desfiados, desarrumados) e uma certa “bagagem” filosófica. A música se volta para temas que glamorizam a decadência, o niilismo, o hedonismo e o lado sombrio. A estética sombria traduz-se em vários estilos de vestuário, desde death rock, punk, andrógino, renascentista e vitoriano, ou combinações dos anteriores, essencialmente baseados no negro, muitas vezes com adições coloridas e cheias de acessórios baseadas em filmes futuristas no caso dos cyber goths.

Texto escrito por: Ana Carolina M.

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Resenha Cine PE 2012

Filme: Xingu (2012)

O filme Xingu, foi um dos filmes exibidos no Cine PE 2012, tem seu roteiro baseado na historia dos irmãos Villas- Bôas, que abandonaram o conforto da cidade de São Paulo, para onde se mudaram, para aventurar-se, em uma campanha promovida pelo Novo Estado brasileiro, de ocupar áreas, até então desconhecidas. “Disfarçados” , Leonardo, Orlando e Claudio, tomaram parte da primeira Expedição Roncador Xingu, e passaram a viver em companhia dos índios, defendendo e lutando para preservação de sua cultura e a criação de um Parque Nacional do Xingu, em 1961. Começaram sua expedição atravessando o Rio das Mortes e, todo o trajeto percorrido, além de detalhes dos lugares por onde passavam e situações que viviam, eram registrados em um diário, chamado Marcha para o Oeste. A direção do filme é de Cao Hamburger e tem como produtor com Fernando Meirelles, a quem foi cedido o projeto pelo próprio filho de Orlando Villas-Bôas.

O filme é uma aventura para todas as idades, que mistura drama, ação e suspense, mostrando desde o “alistamento” dos irmãos para expedição à conquista da Fundação do Parque. Além de tudo o filme também mostra, claramente, o impacto que a convivência com os índios provocou na família e vice versa, sem falar da dificuldade que os Villas-Bôas enfrentaram por defenderem sua causa com gente de sua própria cor.

O longa também conta com uma fotografia de Adriano Goldman e trilha sonora de Beto Villares, que já trabalharam em outros filmes de Hamburger.  A maioria das cenas foram gravadas no estado de Tocantins e mostram bastante a beleza do território brasileiro.

Postado por: Paulo Lira

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O que seria uma Folkcomunicação?

Folkcomunicação não é nada menos que uma disciplina científica que tem como objetivo o estudo da comunicação popular e o folclore na difusão de meios de comunicação em massa. A primeira dominação, bem como seu conteúdo, foram criados pelo Professor Luiz Beltrão* em 1967.
Podemos tomar como exemplos básicos os pára-choques de caminhões através de frases de amor, ironia ou saudade, os grafites nos muros da cidade, as cruzes na beira da estrada indicando – sem que ninguém pergunte – que ali alguém veio a falecer, enfim… são tantos os exemplos claros no nosso dia-a-dia. Tudo isto é uma maneira de comunicar e situa-se na fronteira entre Eruditos e Acadêmicos.

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*Jornalista e Advogado, Luiz Beltrão de Andrade Lima nasceu em Olinda, em 1918.  Fundador do curso de Jornalismo da Universidade Católica de Pernambuco, foi Presidente da Associação de Imprensa de Pernambuco e atuou no Diário de Pernambuco e Folha da Manhã, no Recife.
Em Brasília, foi Diretor da Faculdade de Comunicação da UNB. Publicou vários livros, entre os quais “Comunicação e Folclore” (1971) e “Folkcomunicação” (1980). Morreu em Brasília, a 24 de Outubro de 1986.
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Escrito por: Ana Carolina Moraes

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Teoria da comunicação

                                 Indústria Cultural

Pelos os meus conceitos e conhecimentos adquiridos através de aulas e livros, a definição de industria cultural pode ser o conjunto dos meios de comunicação como a televisão, cinema, rádio, internet, jornais e revistas, formando um grande e poderoso sistema para gerar lucros  e por serem de fácil acesso às massas,exercendo um tipo de controle e manipulação social,ou seja,não só trazendo benefícios ao mercado cultural,como também perdendo a valorização pela demanda dos produtos.

           Passaram por uma hierarquização quanto à qualidade, no sentido de valorizar uma grande quantidade dos procedimentos da indústria cultural, e pouco se preocupando de forma exata com que aquilo quer passar,mas com um registro estatístico dos consumidores. Com a preferência da massa e criando o poder de “controle” sobre o homem, a indústria cultural cria condições que favorecem para a implantação do comércio. O valor da troca é mais favorecido do que ao  valor de uso ,sendo absorvido o prazer estético.

         Para a escola de Frankfurt a arte estava chegando ao fim, pois a sua valorização estaria perdendo espaço para a indústria cultural que não seria um projeto político e ideológico entre a sociedade, e sim uma nova técnica, que passaríamos a viver e /ou a conviver, sendo assim esta técnica seria a nova estrutura ideológica. Até a cultura também é afetada, se transformando em um movimento global de produção como mercadoria.

                   Filmes, programas radiofônicos, produtos culturais, revistas, e principalmente nos últimos tempos, a internet repassam a mesma racionalidade técnica, o mesmo esquema de organização e de planejamento administrativo que a fabricação de produtos eletrônicos quantificados ou os projetos de urbanismo.O cinema é um dos produtos  afetado pela industria cultural, deixando de ser arte para ser encaixada como uma mercadoria agradando a vários tipos públicos e estilos assim como também a música se torna uma arte integrada ao sistema querendo visando apenas reconhecimento deixando em segundo plano a originalidade. No mercado encontram-se diversas industrias que apresentam seus produtos separando-os de acordo com o que a de novo no mercado com o intuito de iludir o consumidor a cerca do que é o melhor de equipamentos, técnicas e trabalho influenciando no valor do produto. O que mais importa a sociedade cultural é a economia, os bens lucrativos que certos produtos lhe trarão tendo ao seu lado, como uma interface publicitária, os meios de comunicação.

Postado por: Paulo Lira

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Cibercultura e sua ligação ao Filme Matrix Reloaded

No fim de Matrix, Neo (Keanu Reeves) consegue enxergar o verdadeiro mundo virtual – uma combinação esverdeada de complexos códigos binários -, derrota os inimigos em combate e finalmente liberta a sua mente de modo pleno. Mas quando discursa triunfante, “não estou dizendo como o filme termina, mas como começa”, o Predestinado sela não apenas a sua própria sorte, mas também o destino da obra como um todo.
E buscando dessa pequena observação podemos explicar que a Cibercultura é uma obra destinada não somente aos que conhecem o universo do Ciberespaço, mas também para quem pretende conhecer. Quando se fala em cidadania,Pierre Lévy afirma que é preciso usar o virtual para habitar melhor o território real. Com a exploração das potencialidades do Ciberespaço o indivíduo pode se organizar sozinho ou em grupo para articular assuntos que dizem respeito a diversos temas sociais, podendo desse modo, ser agente ativo nas decisões que são de interesse público, ajudando assim a descentralizar a informação. Quando diz que nenhum governo ou empresa previu o desenvolvimento das tecnologias informáticas e da Internet, resultante do espírito de visionários movidos pela “efervescência de movimentos sociais e de práticas de base”; tal otimismo pode ser compreendido, considerando os interlocutores a quem ele tenta dar respostas. Pois não se trata aqui de avaliar os efeitos da exclusão do mundo da cibercultura. Eles existem, diz, mas a Internet tampouco é a promessa de solução mágica de todos os problemas culturais e sociais do planeta. O intelorável seria negar o crescimento da cibercultura e seu caráter vanguardista, fruto de um “movimento internacional de jovens ávidos por experimentar novas formas de comunicação”. É nesse movimento, e não no comércio eletrônico, nos “portais” criados por provedores de acesso e conteúdo, nos mecanismos de regulação da Internet, que está a essência da cibercultura para o autor. O intelorável seria negar o crescimento da cibercultura e seu caráter vanguardista, fruto de um “movimento internacional de jovens ávidos por experimentar novas formas de comunicação”. É nesse movimento, e não no comércio eletrônico, nos “portais” criados por provedores de acesso e conteúdo, nos mecanismos de regulação da Internet, que está a essência da cibercultura para o autor.

Texto escrito por Ana Carolina e Caio César

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